Blog » Aplicações » Vantagens do uso da Visão Computacional na Indústria 4.0

VANTAGENS DO USO DA VISÃO COMPUTACIONAL NA INDÚSTRIA 4.0

Quando se fala de implementar os princípios da Indústria 4.0, deve-se notar que isso depende da capacidade coordenada de geração e gerenciamento de dados, e isto só ocorre de maneira eficiente se houver a execução de duas importantes atividades: integração de diferentes tecnologias e geração de dados a partir do sensoriamento qualificado.

A atividade de integração de diferentes tecnologias na indústria 4.0 assume como prioridade não somente a existência de comunicação entre dispositivos e softwares da linha industrial, mas também a maximização do retorno sobre estas interações. Por exemplo, se considerarmos a integração entre um braço robótico e um Sensor de Visão, trata-se de um caso que pode ir muito além da inspeção de qualidade de uma peça feita pelo conjunto Robô + Câmera. Também pode gerar dados gerenciais do tempo médio de inspeção, dos principais tipos de defeitos registrados e das principais regiões de ocorrência destes defeitos, o que gera maior poder de tomada de decisão.

Neste exemplo da integração Robô + Câmera, observa-se a importância da segunda atividade chave: a geração de dados a partir do sensoriamento qualificado. Para que se possa extrair todos os dados de interesse do exemplo citado (tipo de defeito, posição encontrada, tempo de inspeção médio…), é necessário que o sensor empregado possa agir como um sensor inteligente, gerando não somente a detecção de um defeito na inspeção, mas também a indicação de parâmetros de qualificação deste defeito.

A seguir, temos alguns exemplos destes parâmetros de qualificação em um processo de inspeção de defeitos em peças industriais:

  • Capacidade de identificação da posição em coordenadas do defeito localizado;
  • Identificação do tamanho do defeito;
  • Acompanhamento das trajetórias não uniformes de inspeção junto aos sistemas robóticos;
  • Capacidade de apresentar a progressão temporal de inspeção;
  • Qualificação de diferentes tipos de classes de defeitos na mesma peça ou região;
  • Possibilidade de criação de diferentes tipos de saídas e comunicações dado cada caso pré-programado de inspeção;
  • Capacidade de fazer comunicação em diferentes níveis e com diferentes tipos de equipamentos.

Dados estes exemplos, torna-se intuitivo visualizar que os Sensores e Sistemas de Visão podem se tornar a porta de entrada para a era da indústria 4.0, ou até mesmo facilitar o nível de maturidade do controle inteligente industrial.

Ficou com alguma dúvida? Você pode compreender melhor o tema lendo mais artigos na nossa Biblioteca de Artigos sobre Sistemas de Visão.

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Quando se fala de implementar os princípios da Indústria 4.0, deve-se notar que isso depende da capacidade coordenada de geração e gerenciamento de dados, e isto só ocorre de maneira eficiente se houver a execução de duas importantes atividades: integração de diferentes tecnologias e geração de dados a partir do sensoriamento qualificado.

A atividade de integração de diferentes tecnologias na indústria 4.0 assume como prioridade não somente a existência de comunicação entre dispositivos e softwares da linha industrial, mas também a maximização do retorno sobre estas interações. Por exemplo, se considerarmos a integração entre um braço robótico e um Sensor de Visão, trata-se de um caso que pode ir muito além da inspeção de qualidade de uma peça feita pelo conjunto Robô + Câmera. Também pode gerar dados gerenciais do tempo médio de inspeção, dos principais tipos de defeitos registrados e das principais regiões de ocorrência destes defeitos, o que gera maior poder de tomada de decisão.

Neste exemplo da integração Robô + Câmera, observa-se a importância da segunda atividade chave: a geração de dados a partir do sensoriamento qualificado. Para que se possa extrair todos os dados de interesse do exemplo citado (tipo de defeito, posição encontrada, tempo de inspeção médio…), é necessário que o sensor empregado possa agir como um sensor inteligente, gerando não somente a detecção de um defeito na inspeção, mas também a indicação de parâmetros de qualificação deste defeito.

A seguir, temos alguns exemplos destes parâmetros de qualificação em um processo de inspeção de defeitos em peças industriais:

  • Capacidade de identificação da posição em coordenadas do defeito localizado;
  • Identificação do tamanho do defeito;
  • Acompanhamento das trajetórias não uniformes de inspeção junto aos sistemas robóticos;
  • Capacidade de apresentar a progressão temporal de inspeção;
  • Qualificação de diferentes tipos de classes de defeitos na mesma peça ou região;
  • Possibilidade de criação de diferentes tipos de saídas e comunicações dado cada caso pré-programado de inspeção;
  • Capacidade de fazer comunicação em diferentes níveis e com diferentes tipos de equipamentos.

Dados estes exemplos, torna-se intuitivo visualizar que os Sensores e Sistemas de Visão podem se tornar a porta de entrada para a era da indústria 4.0, ou até mesmo facilitar o nível de maturidade do controle inteligente industrial.

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Quando se fala de implementar os princípios da Indústria 4.0, deve-se notar que isso depende da capacidade coordenada de geração e gerenciamento de dados, e isto só ocorre de maneira eficiente se houver a execução de duas importantes atividades: integração de diferentes tecnologias e geração de dados a partir do sensoriamento qualificado.

A atividade de integração de diferentes tecnologias na indústria 4.0 assume como prioridade não somente a existência de comunicação entre dispositivos e softwares da linha industrial, mas também a maximização do retorno sobre estas interações. Por exemplo, se considerarmos a integração entre um braço robótico e um Sensor de Visão, trata-se de um caso que pode ir muito além da inspeção de qualidade de uma peça feita pelo conjunto Robô + Câmera. Também pode gerar dados gerenciais do tempo médio de inspeção, dos principais tipos de defeitos registrados e das principais regiões de ocorrência destes defeitos, o que gera maior poder de tomada de decisão.

Neste exemplo da integração Robô + Câmera, observa-se a importância da segunda atividade chave: a geração de dados a partir do sensoriamento qualificado. Para que se possa extrair todos os dados de interesse do exemplo citado (tipo de defeito, posição encontrada, tempo de inspeção médio…), é necessário que o sensor empregado possa agir como um sensor inteligente, gerando não somente a detecção de um defeito na inspeção, mas também a indicação de parâmetros de qualificação deste defeito.

A seguir, temos alguns exemplos destes parâmetros de qualificação em um processo de inspeção de defeitos em peças industriais:

  • Capacidade de identificação da posição em coordenadas do defeito localizado;
  • Identificação do tamanho do defeito;
  • Acompanhamento das trajetórias não uniformes de inspeção junto aos sistemas robóticos;
  • Capacidade de apresentar a progressão temporal de inspeção;
  • Qualificação de diferentes tipos de classes de defeitos na mesma peça ou região;
  • Possibilidade de criação de diferentes tipos de saídas e comunicações dado cada caso pré-programado de inspeção;
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